Com este espaço reservado para o cinema andaluz, a Fundação Três Culturas quer mostrar, mais um ano, o seu apoio e reconhecimento aos trabalhos realizados na nossa comunidade por cineastas, produtoras, distribuidoras, atores, atrizes, argumentistas, músicos, etc.
Deste modo, durante o mês de fevereiro, será possível desfrutar todas as terças-feiras de uma sessão de cinema andaluz nas suas distintas variantes de comédias, dramas, curtas, longas, animação e documentários, com o objetivo de oferecer uma panorâmica o mais ampla e heterogénea possível.
O ciclo abrirá com a fita Alegrías de Cádiz, uma produção colorista do multifacetado Gonzalo García Pelayo. Continuaremos com a sessão Presuntos implicados, que aglutina uma série de curtas metragens dirigidas por mulheres, muitas delas premiadas em diferentes festivais, que não deixarão o público indiferente. Na terceira terça-feira dedicar-se-á uma sessão de documentários sob o título genérico Comprometidos, que nos abrirá os olhos para outras realidades existentes e impossíveis de ignorar.
Para finalizar, será projetada Averroes e Maimónides, luz de Al-Andalus, filme rodado em Córdoba que recria a vida e obra destas personagens que tanto contribuíram para o seu tempo.
Programação 16 de fevereiro
Sessão documental: ‘Comprometidos’
– O jogo das escondidas
Realizado por David Muñoz (Espanha, 2015, 23 minutos).
Sinopse
Uma equipa de filmagem viaja ao Líbano para fazer um filme sobre o jogo às escondidas num campo de refugiados sírios.
– Mostra-me agora!
Dirigido por Manuel Jiménez Nuñez (Espanha, 2015, 13,30 minutos).
Sinopse
Uma viagem sensitiva através das imagens e dos sons pelo universo, em vias de extinção, dos mercados de rua andaluzes.
– Bla, bla, bla
Realizado por Alexis Morante (Espanha, 2105, 3’30 minutos)
Sinopse
Andar de boleia é como uma caixa de chocolates; nunca se sabe o que nos vai calhar.
– Seis avós em busca de autor
Dirigido por Juan Rivadeneyra (Espanha, 2015, 20 minutos).
Sinopse
Apesar de nunca terem subido a um palco, seis idosos de uma unidade de dia decidem formar uma companhia de teatro.
– O desenho do tempo
Dirigido por Juan Pablo Coca e José Manuel Rodríguez (Espanha. 2014, 20 minutos).
Sinopse
Após uma crise pessoal, Lothar Bergmann abandonou a Alemanha para recomeçar do zero numa terra desconhecida: Tarifa, onde lutou pela defesa das pinturas rupestres das mais de 60 grutas que ele próprio descobriu nas províncias de Cádis e Málaga.
A sessão terá início às 20h30 com entrada livre até que o espaço esteja completo.

